Se há uma coisa que admiro é a música. É incrível como você pode transferir uma série de emoções e peculiaridades pessoais apenas com um determinado timbre, seja ele da voz ou de algum dos tantos instrumentos que tenho vontade de aprender a tocar. O fato de você conseguir isso não quer dizer que você seja especial, na verdade revela algo muito maior: você é humano.
Ainda não sei como as pessoas conseguem viver sem música. Talvez seja por ignorância, ou simplesmente por falta de costume. Bom, é aí que entra uma questão chave: por que ignoramos a expressividade do ser?
A resposta talvez não seja tão simples. Ela remota a questões extremamente burocráticas, a questões de repreensão que há tempos são praticadas. Puro “enjaulamento” do ser. Expressar-se virou tarefa para mestres.
É difícil conseguir encontrar O alguém para jogar na fogueira e acusar de crime tão hediondo, e mesmo que fosse fácil dificilmente adiantaria. Não serviu com as bruxas, serviu?
Nem é questão de “justiça”, é mais de consciência mesmo. Cada um “só” tem que perceber que expressar-se realmente é uma arte, que isso faz parte da nossa condição básica de existência. Quem não se expressa não vive.
Pode-se dizer que falta apoio e o caralho a quatro, mas apoio só adianta quando se quer e, bom, acho que já deu pra perceber que ninguém está muito interessado.
Então, querido leitor (ou não tanto, vai de quem é você – sincero sim), após ler tudo isso você deve estar se perguntando “Aonde ele quer chegar?”. A princípio eu diria que meu objetivo é o infinito e além, mas preciso ser um pouco mais preciso.
Quero chegar aonde Bobby McFerrin chegou ao demonstrar, no World Science Festival, que a música realmente é um sentimento, e é universal.
Aprecie sem moderação:
Ainda não sei como as pessoas conseguem viver sem música. Talvez seja por ignorância, ou simplesmente por falta de costume. Bom, é aí que entra uma questão chave: por que ignoramos a expressividade do ser?
A resposta talvez não seja tão simples. Ela remota a questões extremamente burocráticas, a questões de repreensão que há tempos são praticadas. Puro “enjaulamento” do ser. Expressar-se virou tarefa para mestres.
É difícil conseguir encontrar O alguém para jogar na fogueira e acusar de crime tão hediondo, e mesmo que fosse fácil dificilmente adiantaria. Não serviu com as bruxas, serviu?
Nem é questão de “justiça”, é mais de consciência mesmo. Cada um “só” tem que perceber que expressar-se realmente é uma arte, que isso faz parte da nossa condição básica de existência. Quem não se expressa não vive.
Pode-se dizer que falta apoio e o caralho a quatro, mas apoio só adianta quando se quer e, bom, acho que já deu pra perceber que ninguém está muito interessado.
Então, querido leitor (ou não tanto, vai de quem é você – sincero sim), após ler tudo isso você deve estar se perguntando “Aonde ele quer chegar?”. A princípio eu diria que meu objetivo é o infinito e além, mas preciso ser um pouco mais preciso.
Quero chegar aonde Bobby McFerrin chegou ao demonstrar, no World Science Festival, que a música realmente é um sentimento, e é universal.
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15:26 |
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Bobby McFerrin,
ciência,
críticas,
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World Science Festival
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comentários




Comentários (2)
admita que você pensou em toy story quando pôs 'ao infinito e além' no texto.
Como não pensar? Lembro quando assisti pela primeira vez, em fita, comendo biscoito Galak (que na época era duro feito pedra), haha.